CLUBE DE TIRO

Confraria dos Epicuristas

Diz-se que a história dos povos está diretamente relacionada com as suas “Tradições”.

E, relacionada, de algum modo, com a “Tradição” de cada Povo, está, sem dúvida, a “Arte de Bem Cozinhar”. O mesmo será dizer de (bem) cozinhar o que de melhor se produz e se cria na terra, na floresta e no mar, de cada País e/ou em cada uma das suas distintas regiões.

A criatividade dos cozinheiros, a sua religiosidade, os seus afetos, a sua cultura de raíz popular, o seu folclore milenar, as suas festas, foram enriquecendo e apurando, na sua diversificação e aprendizagem, a chamada “Cozinha Regional”. Esta, no nosso país, é de uma enorme e incomparável riqueza de sabores, tradições e de afetos. A cozinha Regional, refinando-se na “Cozinha Real”, na “Cozinha da Nobreza”, na “Conventual”, na do “Clero” e na da alta Burguesia, evoluiu para uma “Cozinha de Autor”, a dos Grandes Chefes.

Assim, a arte culinária considera o cozinheiro não como um simples trabalhador à frente de um fogão, de uma lareira, mas sim como um verdadeiro artista.

É esta uma das razões que faz com que, cada um de nós, exiba um grande orgulho de verdadeiro artista criador, quando confeciona e apresenta os “seus pratos”.

Talvez seja uma destas razões que fez com que um grupo de amigos, para além do prazer moderado de comer, de apreciar as diferenças, do gosto pelo convívio afetuoso de contar histórias de boas memórias, se tivesse juntado para criar a “Confraria dos Epicuristas S. Pedro de Rates”.

Porquê Confraria dos Epicuristas?
Porque deste modo também procuramos os prazeres moderados, a fim de atingirmos um estado de tranquilidade que contribua para se manter a saúde do corpo e a serenidade do espírito, assim como a Medicina.

- No Epicurismo o prazer deve ser sereno e calmo. Outro valor defendido pelo Epicurismo é o da Amizade;
E nesta convivência ocasional há sempre uma troca saudável de opiniões que enriquecem as relações e a ética do prazer.